Governo nega "caos generalizado" devido a gripe

Secretário de Estado da Saúde diz que o país não está num "período de emergência".

20 de janeiro de 2015 às 19:40
Fernando Leal da Costa, secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde Foto: Miguel A. Lopes/Lusa
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O secretário de Estado da Saúde negou esta terça-feira que o país viva um "período de emergência ou caos generalizado" devido à gripe e pediu para que não se associe mortalidade com crise ou cortes na saúde.

Fernando Leal da Costa, que falava numa conferência de imprensa sobre o surto de gripe deste ano, disse que este "nem era o maior" de que há registo, lembrando que um dos maiores ocorreu em 1999 e que nem por isso se pode atribuir responsabilidade a António Guterres, primeiro-ministro na altura.

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O secretário de Estado disse estar farto "de inverdades sistemáticas de que há menores probabilidades de se sobreviver ao inverno por causa dos cortes no Serviço Nacional de Saúde". "Como também não é verdade que as mortes nas urgências estejam relacionadas com atrasos nos atendimentos", acrescentando que todos os anos morrem nos serviços de urgência hospitalares 10 mil portugueses.

O secretário de Estado falava numa conferência de imprensa conjunta com o diretor-geral de Saúde, Francisco George, e o presidente do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Fernando Almeida.

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