IATA afasta falta de combustível na Europa, mas alerta para riscos em Lisboa no verão
Associação Internacional de Transportes Aéreos aponta os constrangimentos na infraestrutura da capital portuguesa como a principal ameaça para a operação do país na época alta.
A IATA considera que o maior risco para Portugal este verão são as limitações de infraestrutura, sobretudo no aeroporto de Lisboa, num contexto de forte procura e maior pressão no controlo de fronteiras.
Questionado sobre os principais desafios para os aeroportos e companhias aéreas portuguesas nos próximos meses, o vice-presidente regional da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) para a Europa, Rafael Schvartzman, apontou as limitações de infraestrutura.
"Penso que o maior risco que Portugal tem este verão são as limitações de infraestrutura, refiro-me especialmente ao aeroporto de Lisboa", disse em entrevista à Lusa.
Por outro lado, a IATA não prevê escassez de combustível para aviação na Europa durante o verão, apesar dos alertas anteriores sobre possíveis cancelamentos, mas admite desafios se a crise energética se prolongar e antecipa pressão sobre os preços dos bilhetes.
"Para já, parece que o verão decorrerá sem problemas em termos de acesso ao abastecimento de combustível", afirmou à Lusa o vice-presidente regional da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) para a Europa, Rafael Schvartzman.
Em entrevista, o responsável sublinhou que a avaliação atual aponta para "capacidade suficiente na Europa para o verão", ainda que as previsões tenham um horizonte limitado.
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