Incompreensível quatro meses para colocação de médicos de família, afirma sindicato
FNAM salientou ainda que este período entre março e julho representou "quatro meses perdidos" para os cerca de 1,6 milhões de utentes que não têm um especialista de medicina geral e familiar atribuído.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) considerou, esta sexta-feira, incompreensível o período de quatro meses que decorreu entre o fim da formação dos novos especialistas de medicina geral e familiar e a sua colocação nos centros de saúde.
"Os recém-especialistas terminaram a formação em março, permaneceram meses sem saber quando seria aberto o concurso, escolheram vagas apenas em junho e iniciaram funções em julho", lamentou a estrutura sindical, para quem este "atraso é incompreensível" num país que enfrenta "uma das maiores carências de médicos de família da sua história".
Num comunicado sobre o resultado do último concurso nacional para colocação de médicos de família no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a Fnam salientou ainda que este período entre março e julho representou "quatro meses perdidos" para os cerca de 1,6 milhões de utentes que não têm um especialista de medicina geral e familiar atribuído.
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