Benjamim ficou com marcas após parto forçado no Hospital de Cascais. Pais acusam equipa médica de negligência
Pais avançaram com queixa-crime contra equipa médica, mas relatório só chegou um ano depois do nascimento.
No 'Investigação CM' desta segunda-feira contamos-lhe o caso de uma mulher que esteve quase dois dias em trabalho de parto no Hospital de Cascais. Mónica e Benjamim estiveram às portas da morte quando a equipa médica recorreu a fórceps e ventosas no parto, quando o bebé não estava sequer na posição para nascer.
Benjamim nasceu com várias marcas devido ao uso indevido de fórceps e pela força das ventosas e teve de ser reanimado duas vezes à nascença.
Os pais tentaram avançar com uma queixa-crime contra a médica, mas o Hospital de Cascais só lhes deu acesso aos relatórios médicos um ano após o nascimento do bebé.
A justificação da equipa médica, para o tempo de espera, foi sempre a mesma… era necessária medicação para induzir o parto.
Benjamim nasceu através de uma cesariana de emergência e teve de ser reanimado duas vezes. Mónica foi completamente sedada para a intervenção e só conheceu o bebé dois dias após o nascimento. Já o pai não esquece a primeira imagem que teve do filho.
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