"Já não faço de universitária sexy e inocente. Prefiro dominar a ordem dos acontecimentos"
Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
"Quando cheguei ao encontro dos ex-alunos, ninguém sabia quem eu era. Não mudei assim tanto em trinta anos, as feições mantêm-se fiéis e não aderi à tendência das correções estéticas. Estou como estou, como a natureza quer e a vida me permite que esteja. E não estou mal, tenho os meus cuidados, alimento-me com regras, faço exercício. A vida corre-me bem, muito melhor do que correrá à esmagadora maioria destes coleguinhas que agora se riem alarvemente sobre as primeiras experiências, os primeiros toques, o ter-lhes tocado, o tê-los chupado, coitados, mal sabem eles o que tem sido a minha vida. Podia ter entrado com exibicionismo, deixando um Porsche à porta e à vista de todos, com um Rolex de diamantes e uma gigantesca carteira da Louis Vuitton debruada a dourado. Mas não faz o meu estilo, preferi vir de Uber e duvido que a maioria deles consiga sequer identificar o Cartier que tenho no pulso."Para ler em Máxima.pt, aqui.
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