Correio da Manhã

Incêndio que devastou o Chiado foi há 29 anos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
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O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
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O incêndio – cujas origens nunca foram apuradas – destruiu a baixa de Lisboa e fez dois mortos
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
Foto Jorge Paula
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Foto Carlos Almeida
Foto Carlos Almeida
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Foto Carlos Almeida
Foto Carlos Almeida
Foto Carlos Almeida
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Foto Carlos Almeida
Foto Carlos Almeida
Por Daniela Vilar Santos | 01:30
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Chamas destruíram a baixa da cidade, deixando marcas na história dos portugueses.

Faz esta sexta-feira 29 anos que um incêndio de origem duvidosa deflagrou no Chiado, em Lisboa. A 25 de agosto de 1988 as chamas destruíram por completo os armazéns Grandella e Chiado, na baixa da cidade. O fogo que deflagrou por volta das 5 horas da manhã, destruiu 18 edifícios e uma área que equivale a quase oito estádios de futebol.

Um bombeiro e um morador de 70 anos foram encontrados mortos, nos escombros. Outras 50 pessoas ficaram feridas e cinco famílias ficaram desalojadas.

Os bombeiros encontraram nas estruturas de madeira das paredes dos prédios pombalinos a grande dificuldade no combate. E numa rapidez violenta, as chamas já eram visíveis nas ruas do Carmo, Nova do Almada, Cruxifico, Garret, Calçada do Sacramento e Ouro.

A Câmara Municipal de Lisboa tinha colocado, na altura, vários canteiros de flores de betão pelas ruas dificultando a passagem dos veículos de socorro. Várias bocas-de-incêndio não funcionavam e o caos estava instalado em Lisboa.

O incêndio levou cerca de dois mil postos de trabalho e inúmeros estabelecimentos comerciais desapareceram.

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O inquérito levantado pela Polícia Judiciária foi arquivado em 1992, quatro anos depois da tragédia.

Há quem fale em fogo posto, mas até hoje ninguém sabe a origem do incêndio que afetou uma das zonas mais caras do País.

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