Mais de 15 casas destelhadas em Aveiro devido ao vento forte sem necessidade de realojamentos

Vice-presidente da Câmara de Aveiro descreveu o fenómeno como um "mini-tufão".

05 de fevereiro de 2026 às 18:53
Força Aérea realizou esta quarta-feira um sobrevoo de reconhecimento da zona envolvente ao Rio Vouga, entre a Ria de Aveiro e a barragem de Ermida Foto: Força Aérea
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O vento forte registado, esta quinta-feira, de manhã em Aveiro provocou quedas de árvores e causou danos em telhados, mas não há feridos a registar nem desalojados, disse à agência Lusa fonte da autarquia.

"Hoje de manhã houve um mini-tufão na zona de Oliveirinha que levantou telhados e lançou o pânico nas populações", disse o vice-presidente da Câmara de Aveiro, Rui Santos, durante o período antes da ordem do dia da reunião pública do executivo municipal.

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Em declarações à Lusa, Rui Santos precisou que foram atingidas entre 15 e 20 casas, adiantando que algumas delas são devolutas, mas maioritariamente são casas de primeira habitação.

"Houve danos materiais, mas sem necessidade de realojar quem quer que seja, felizmente", acrescentou.

Rui Santos procurou ainda passar uma mensagem de tranquilidade, referindo ainda que, até ao momento, os serviços de proteção civil conseguiram dar uma resposta pronta e muito eficaz às populações.

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Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

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O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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