Marcha de orgulho gay na cidade dos arcebispos

Organização acredita que ainda há muito por fazer em Braga.

10 de julho de 2016 às 02:15
Foto: DR
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"Deixem passar, somos lésbicas e o mundo queremos mudar". Esta e outras palavras de ordem invadiram, ontem, as ruas da cidade de Braga, entoadas por quem ainda diz sentir na pele a discriminação à comunidade LGBT - Lésbicas, gays, bissexuais e trangéneros."Só queremos poder ser pessoas normais, poder trocar carinhos sem ser olhadas de lado", disse ao CM Joana Dumas, que afirmou sentir-se "olhada de lado" em várias ocasiões.

A marcha pelos direitos LGBT, organizada pelo grupo Braga Fora do Armário, uniu dezenas de pessoas que marcaram o passo num manifesto numa cidade onde ainda se sente muito preconceito.O ativista LGBT recordou, ainda, casos como o massacre em Orlando (EUA) e do hotel de turismo rural de Viana do Castelo que barrou a entrada a casais homossexuais. "Chega, é urgente lutar e reclamar direitos", frisou.

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"Não é à toa que se fala em cidade dos arcebispos, ainda há muito para fazer e mudar no Minho e, especialmente, em Braga", partilhou Liliana Rodrigues, membro da organização.

"Continuamos a ter casos de pessoas mal tratadas, expulsas de locais públicos e insultadas", acrescentou Pedro Godinho, também organizador da iniciativa.

O ativista LGBT recordou, ainda, casos como o massacre em Orlando (EUA) e do hotel de turismo rural de Viana do Castelo que barrou a entrada a casais homossexuais. "Chega, é urgente lutar e reclamar direitos", frisou.

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