Mordido por cobra tomou antídoto sete horas depois de ter dado entrada no Hospital de Abrantes
ULS do Médio Tejo diz que a administração do antiveneno não é automática após mordedura.
Um homem que foi mordido por uma cobra na localidade de Pucariça, no concelho de Abrantes, foi assistido no hospital tendo-lhe sido administrado um antídoto mais de sete horas depois, noticiou este domingo 'O Mirante'. Segundo o jornal regional, o homem terá dado entrada nas urgências pelas 16h00 e recebido tratamento com soro antiofídico cerca das 04h30 do dia seguinte. A ULS do Médio Tejo esclarece que a administração do antiveneno não é automática após uma mordedura. Adianta que o tratamento só é administrado perante sinais clínicos que o justifiquem.
De acordo com o INEM, “a mordedura de uma víbora pode originar uma situação clínica potencialmente grave. Provoca dor intensa no imediato e edema (inchaço) progressivo do membro atingido que pode levar ao compromisso circulatório desse membro, exigindo uma intervenção médica urgente. A mordedura de cobra em geral não tem consequências graves, para além de alguns sinais inflamatórios no local da picada.”
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt