Morreu mas burocracia diz que está vivo
Familiares de emigrante não têm certidão de óbito.
O caso é insólito e está a deixar à beira do desespero a família de um emigrante que, há mais de um ano, morreu e foi cremado na Alemanha, mas que em Portugal ainda está dado como vivo. A família não consegue obter a certidão de óbito na Alemanha para a entregar nos serviços nacionais.Maria Rodrigues, irmã do emigrante, a residir na zona de Aguiar da Beira, refere que o problema está no Consulado de Portugal em Estugarda, "onde a certidão de óbito está bloqueada". "Não conseguimos obter o documento. Não sabemos a quem mais recorrer", desabafa.
Carlos Alberto Rodrigues Martins tinha 53 anos e estava emigrado na zona de Munique. Em dezembro de 2014 morreu vítima de doença oncológica. Mais de um ano depois do falecimento, os familiares ainda não conseguiram comunicá-lo às instituições portuguesas.
Maria Rodrigues, irmã do emigrante, a residir na zona de Aguiar da Beira, refere que o problema está no Consulado de Portugal em Estugarda, "onde a certidão de óbito está bloqueada". "Não conseguimos obter o documento. Não sabemos a quem mais recorrer", desabafa.
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