Muro em Seminário de Almada desabou e danificou viaturas. Diocese já acionou seguros

Há uma semana o País foi atingido pela depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro e levou à morte de dez pessoas, à destruição de bens materiais.

04 de fevereiro de 2026 às 17:06
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A Diocese de Setúbal disse esta quarta-feira que já acionou todos os mecanismos de seguros para fazer face aos danos provocados pelo desabamento de uma secção do muro do Seminário de Almada registado na noite de terça-feira.

Numa nota publicada esta quarta-feira na sua página oficial na rede social Facebook, a Diocese de Setúbal explica que "está a monitorizar a situação, em coordenação com a Câmara Municipal de Almada, nomeadamente com a Proteção Civil do Município, para garantir a segurança da estrutura e procurar prevenir qualquer outra situação que a contínua queda de chuva possa provocar".

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O desabamento de parte do muro do Seminário de Almada provocou danos em diversas viaturas.

O Bispo de Setúbal, cardeal Américo Aguiar, adianta que a diocese deslocou-se ao local e manifesta "gratidão a todos quantos de imediato acionaram as autoridades de modo a salvaguardar pessoas e bens de quaisquer novos danos".

"Lamentamos todos os prejuízos causados aos sinistrados bem como os incómodos vizinhos e a todos que quotidianamente circulam na Rua Fernão Lourenço", refere a diocese adiantando que aproveita a comunicação sobre este caso para "agradecer a todos quantos em Almada, na Península de Setúbal, e no país inteiro estão envolvidos em ações de segurança e socorro no contexto do mau tempo destes dias".

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Portugal continental está agora ser afetado pela depressão Leonardo, prevendo-se até sábado chuva persistente e por vezes forte, queda de neve, vento e agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Há uma semana o País foi atingido pela depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro e levou à morte de dez pessoas, à destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações.

Há ainda a registar centenas de feridos e desalojados.

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Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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