"Não podia chorar na secretária, mas descia ao estacionamento": Divorciadas e sozinhas aos 50
Lúcia, Maria João e Sofia tinham 46, 50 e 52 anos, respetivamente, quando o amor das suas vidas as deixou. Veja os testemunhos.
O amor não escolhe idades, não é simpatizante dos bons timings e raramente é previsível. Teríamos que revisitar a noção do amor, o que não iremos fazer neste texto, e analisá-la de mil e um espectros e contextos para lhe conhecer todas as camadas. Quando acaba, nada ficará como antes. "A determinada altura, quando deixamos de gostar de alguém, deixamos de o fazer em suaves prestações", disse Eduardo Sá, psicólogo, em entrevista à Máxima. "Quando alguém que está connosco nos vai tirando vida em vez de nos dar vida, é altura de assumirmos que é sensato não estarmos ali mais tempo."
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