"Não haverá futuro em Lisboa sem coesão social"
Câmara de Lisboa quer intervenção mais eficaz das CPCJ da cidade.
A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens em Risco e o Município de Lisboa assinaram esta quinta feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um protocolo que visa uma intervenção mais eficaz por parte das comissões de proteção de crianças e jovens (CPCJ) da cidade.
O acordo de cooperação entre as duas instituições reconheceu a consciência para a sensibilidade de problemas sociais. "Não haverá futuro em Lisboa sem coesão social" alertou Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social apostou em 80 técnicos para integrar 43 Comissões de Proteção de Crianças e Jovens de 35 municípios. O ministro do Trabalho e Segurança Social, José Vieira da Silva, considerou a cerimónia como a "renovação da esperança" e reforçou: "O trabalho não está de todo concluído, a urgência em reforçar as comissões é apenas o primeiro passo."
O acompanhamento das crianças e jovens em risco exige mais recursos humanos e Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens em Risco, recordou: "Sem qualidade humana não existe desenvolvimento", sugerindo um reforço de prevenção para garantir a capacidade protetora das crianças.
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