Mexia tem de atender ao interesse da elétrica e de todos os acionistas

Cumprimento destes deveres "implica, por exemplo, gerir 'no interesse da sociedade'".

06 de junho de 2018 às 15:49
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O regulador dos mercados esclareceu esta quarta-feira que a administração executiva da EDP, liderada por António Mexia, tem de atender aos interesses da elétrica e de todos os acionistas, incluindo os minoritário, durante a pendência da OPA.

Apesar de as restrições à gestão da empresa não se aplicarem no caso da existência da Oferta Pública de Aquisição (OPA) pela China Three Gorges (CTG) - previstas no princípio da neutralidade do Código de Valores Mobiliários -, o regulador de mercados esclarece que "os órgãos de administração de sociedades estão obrigados a deveres fundamentais, onde se incluem deveres de 'cuidado e lealdade'".

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Numa nova atualização às perguntas frequentes sobre a OPA à EDP, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) explica que o cumprimento destes deveres "implica, por exemplo, gerir 'no interesse da sociedade', atendendo aos interesses de longo prazo dos sócios e ponderando os interesses dos outros sujeitos relevantes".

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