Palombar dedica-se à conservação da natureza e do património rural
16 é o número de pessoas que colaboram com a associação do Nordeste transmontano.
A Palombar dedica-se à conservação da natureza e do património rural. Tem diversos projetos implementados no Nordeste transmontano, onde a vertente social nunca é esquecida, e promove uma educação ambiental junto da comunidade, através de programas de voluntariado, acabando por ajudar a fixar pessoas num território bastante envelhecido.
“O trabalho da Palombar começou com a recuperação e revitalização dos pombais tradicionais”, explicou ao CM Américo Guedes, biólogo. “Eram sobretudo para a alimentação dos pombos jovens, uma vez que, antigamente, as pessoas se alimentavam destas aves. O estrume do pombo servia para a fertilização dos campos”, adianta Luís Ribeiro, técnico de ecoturismo, que explica ao CM a importância do projeto Sentinelas: “Estamos muito perto do Parque Natural do Douro Internacional, que é um dos maiores redutos de nidificação do abutre-do-Egito a nível europeu. Temos uma pequena colónia destes abutres-pretos, que estão a ressurgir e a fixar-se no território.”
A Palombar tem como missão auxiliar as comunidades locais a proteger e a valorizar a Natureza. Há várias formas de ajudar a associação e o seu trabalho. “Sendo sócio, conhecendo o nosso website (palombar.pt), realizando um donativo, acarinhando os nossos projetos e partilhando-os nas redes sociais”, diz Miguel Nóvoa, vice-presidente da Palombar.
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