Polis vai ter 5 ME para investir no Litoral Norte

Ministro do Ambiente anuncia em Viana do Castelo.

12 de dezembro de 2015 às 12:15
Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes Foto: Estela Silva/Lusa
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O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou este sábado, em Viana do Castelo, que a sociedade Polis Litoral Norte vai ter, em 2016, cinco milhões de euros para investir na costa entre Esposende e Caminha. 

"Serão cinco milhões de euros para a área do Polis Litoral Norte, que abrange Caminha, Viana do Castelo e Esposende. Trata-se de um montante para investir em intervenções um bocadinho diferentes das até agora realizadas. Serão intervenções mais de recarga de praias, reforço dunar. Estamos a pensar poder aprovar esse investimento durante o mês de fevereiro, ou março, no âmbito de um aviso do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) ", afirmou o governante.

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O ministro do Ambiente, que falava à margem da inauguração das obras de requalificação da frente ribeirinha do núcleo do Cabedelo, em Viana do Castelo, orçadas em mais de um milhão de euros, afirmou que, no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio "vai ser muito mais difícil, para não dizer que não vai ser possível, financiar intervenções de arranjo urbanístico".

Conjunto de medidas

"Portugal tem que cumprir um conjunto de medidas de adaptação em função das consequências das alterações climáticas e as intervenções que aí vêm são intervenções mais pensadas na manutenção e na estabilidade da linha de costa", disse.

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Entre as intervenções previstas para 2016, está a empreitada de requalificação da Praia Norte, orçada em 2,6 milhões de euros e que deveria ter arrancado este ano. 

Questionado pela agência Lusa sobre a continuidade da sociedade Polis Litoral Norte, criada em 2009 e com uma área de intervenção de 50 quilómetros de faixa costeira, João Pedro Matos Fernandes afirmou que decisão será tomada "em breve".

O governante revelou ainda que vai prolongar a atividade da VianaPolis até 31 de dezembro de 2016, mantendo inalterado o seu objeto social, a demolição do prédio Coutinho.

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