Professora acusa diretor de assédio
Segundo a mulher, o diretor começou a enviar-lhe mensagens de cariz sexual em outubro de 2016.
"Depois de não obter respostas às mensagens que me enviava, começou a difamar-me e a perseguir-me".
Cansada do alegado assédio e difamação do diretor da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento de Vagos, João Queiroz Pinto, Teresa Valente, docente do polo de bovinos, apresentou uma queixa no Ministério Público (MP) e denunciou a situação à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
Segundo a veterinária, o diretor começou a enviar-lhe mensagens de cariz sexual em outubro de 2016 e a situação manteve-se até janeiro. "Depois disso, começou a chamar ‘ressabiada’ e ‘mentirosa’. Tornou-se insustentável", disse a docente.
O CM tentou uma reação do diretor, mas, até ao fecho da edição, tal não foi possível.
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