Professores acusam Governo de falta de palavra
Os sindicatos de professores responderam às declarações do primeiro-ministro, José Socrates, e acusam o ministério da Educação de não cumprir o memorando, assinado este ano, sobre a sua avaliação, nomeadamente no que respeita aos horários de trabalho.
O dirigente da Fenprof, Mário Nogueira, acusou José Socrates de não esatra apar do memorando, assinado em Abril, afirmando que o documento 'não é um acordo' e que resultou da pressão causada pela marcha dos professores em Março, que juntou 100 mil docentes.
'Houveram três reuniões, a última a 17 de Abril e na qual foi elaborada uma acta. Um memorando, uma declaração do ministério da Economia e uma declaração dos sindicatos de professores', refere Mário Nogueitra.
MANIFESTAÇÃO NO SÁBADO
Os movimentos de professores - APEDE (Associação de Professores e Educadores em defesa do Ensino e MUO (Movimento Mobilização e Unidade de Professores - mantêm a copnvocação da manifestação para o próximo Sábado, dia 15 de Novembro, em Lisboa, contra o processo de avaliçaão e pela necessidade de pôr fim ao memorando de entendimento entre a plataforma sindical de professores e o ministério da Economia.
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