Professores ‘às escuras’ sobre as casas com renda acessível em Lisboa e Portimão
Docentes selecionados ainda não sabem onde ficam os apartamentos nem o valor da renda. Sabem apenas que apartamento em Portimão é T4 para partilhar e sem casa de banho privativa.
Dois dias depois de o Ministério da Educação (ME) ter anunciado que 15 professores tinham sido escolhidos para 11 apartamentos com renda acessível em Lisboa e Portimão, os docentes ainda pouco sabem.Também Augusto Pinho, de 47 anos, está ‘às escuras’ sobre a casa em Portimão para que foi selecionado no âmbito do protocolo entre o ME e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU). “É um T4 para partilhar, sem casa de banho privativa, mas o local e o preço não sei”, conta o docente natural de Ovar, que preferia um T0 ou T1 para poder acolher periodicamente o filho. Está a pagar 450 euros por um T0 em Portimão com garagem e não sabe se vai mudar. “Tenho de ponderar a questão da privacidade e vai depender muito do preço”, afirmou, defendendo a criação de “um subsídio para os deslocados”. O docente de História, natural de Ovar, rumou ao Algarve há três anos “para poder vincular”. Conseguiu-o agora, mas tem de cumprir período probatório, um estágio inicial, apesar dos 17 anos de experiência. Fica obrigado a exclusividade durante o estágio. “Não pude aceitar um convite para dar umas horas numa escola profissional”, lamenta.
“Só sei que é um T4 em Portimão para partilhar, mas não sei se é misto, onde fica ou qual a renda”, afirmou ao CM Alda Amaro, 43 anos, professora de Artes Visuais colocada em Lagoa, a 500 km da sua casa em Belmonte. Atualmente paga 400 euros por um quarto e aguarda mais detalhes para saber se se muda.
Também Augusto Pinho, de 47 anos, está ‘às escuras’ sobre a casa em Portimão para que foi selecionado no âmbito do protocolo entre o ME e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU). “É um T4 para partilhar, sem casa de banho privativa, mas o local e o preço não sei”, conta o docente natural de Ovar, que preferia um T0 ou T1 para poder acolher periodicamente o filho. Está a pagar 450 euros por um T0 em Portimão com garagem e não sabe se vai mudar. “Tenho de ponderar a questão da privacidade e vai depender muito do preço”, afirmou, defendendo a criação de “um subsídio para os deslocados”. O docente de História, natural de Ovar, rumou ao Algarve há três anos “para poder vincular”. Conseguiu-o agora, mas tem de cumprir período probatório, um estágio inicial, apesar dos 17 anos de experiência. Fica obrigado a exclusividade durante o estágio. “Não pude aceitar um convite para dar umas horas numa escola profissional”, lamenta.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt