Ministro da Saúde diz que não há novos casos de sarampo

Adalberto Campos Fernandes apela para vacinação de profissionais de saúde.

21 de abril de 2017 às 17:43
Adalberto Campos Fernandes, Instituto Português de Oncologia, IPO, Lisboa, SNS, Serviço Nacional de Saúde, saúde, política, governo (sistema) Foto: Lusa
Adalberto Campos Fernandes, Instituto Português de Oncologia, IPO, Lisboa, SNS, Serviço Nacional de Saúde, saúde, política, governo (sistema) Foto: Lusa
Parlamento, Adalberto Campos Fernandes, Serviço Nacional de Saúde, SNS, Isabel Galriça Neto, política, parlamento, saúde Foto: Manuel de Almeida/Lusa

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O ministro da Saúde indicou hoje que não há novos casos de sarampo confirmados e apelou aos profissionais de saúde para se vacinarem contra a doença caso não estejam ainda imunizados.

Portugal tem até ao momento 21 casos de sarampo confirmados, um dos casos levou à morte, na quarta-feira, de uma jovem de 17 anos.

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"Queremos reforçar aos portugueses a tranquilidade que procurámos transmitir logo no primeiro dia. Passados oito dias, acabámos por ser informados pelo Instituto Ricardo Jorge de que não há mais nenhum caso positivo e esta é uma boa notícia. Não quer dizer que não possam ocorrer mais alguns, mas é uma boa notícia", afirmou Adalberto Campos Fernandes aos jornalistas.

O ministro falava no final da cerimónia que assinalou a colocação de equipamentos de rádio do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) no Hospital de Santa Maria.

Sobre o facto de alguns profissionais de saúde terem contraído sarampo e alguns não estarem vacinados, Campos Fernandes disse que a "recomendação forte" do Ministério é de que façam a vacina.

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"As administrações regionais de saúde estão a mobilizar-se para que as crianças que não tenham a vacina e profissionais que estejam sub-imunizados ou não tenham feito a vacina poderem fazê-la", indicou, adiantando que a Autoridade Nacional do Medicamento adquiriu um 'stock' adicional de 200 mil vacinas.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, que geralmente é benigna, mas pode ter consequências mais graves e até levar à morte.

A vacinação é a única forma de prevenção contra a doença, sendo que está imunizado também quem já teve a doença.

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As vacinas são gratuitas e fazem parte do Programa Nacional de Vacinação.

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