Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas

Pandemia de coronavírus obrigou ao distanciamento dos trabalhadores.

02 de maio de 2020 às 02:06
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
Sines comemorou o 1.º de Maio nas ruas Foto: Luís Guerreiro
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Em tempo de pandemia, o Dia do Trabalhador foi comemorado em Sines, com menos trabalhadores e cumprindo o distanciamento exigido pelas autoridades.

Ricardo Balona responsável pela União de Sindicatos de Sines e Santiago do Cacém, estrutura afeta à CGTP, aproveitou a concentração "para fazer uma grande saudação aos profissionais que estão na linha da frente" e que "continuam a desenvolver a sua atividade", aos "reformados e pensionistas" e a todos os "trabalhadores que estão a ser confrontados" com a atual pandemia de covid-19.

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"Estamos na rua em luta e em solidariedade para com todos os trabalhadores que estão nos seus postos de trabalho, que estão em teletrabalho, em lay-off ou no desemprego. Lutamos em defesa dos direitos dos trabalhadores, perante esta brutal ofensiva que enfrentam" referiu o sindicalista.

O dirigente sindical a falar perante dezenas de trabalhadores afirmou ainda que "neste primeiro de maio exigimos o trabalho com direitos, o aumento do salário porque é preciso valorizar o trabalho e os trabalhadores".

"Muitas empresas estão a aproveitar o vírus para aumentar os despedimentos e a exploração dos trabalhadores, nos últimos dois meses cerca de 700 trabalhadores foram despedidos no complexo industrial de Sines, número que pode ser muito superior, porque há muito trabalhadores a trabalhar à hora nesta região" denunciou Ricardo Balona.

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O aumento do desemprego na região "vai trazer consequências a curto e longo prazo muito graves para a economia local e para as famílias, é importante alterar esta situação" alertou o responsável da União de Sindicatos de Sines e Santiago do Cacém.

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