Via do Infante rende 33,3 milhões de euros

Reparações de pavimento custaram 1,7 milhões de euros.

11 de junho de 2019 às 08:19
A A22 - Via do Infante liga Castro Marim a Lagos, numa extensão de 133 quilómetros e 18 nós de acesso Foto: Bruno Simão
Portagem na A22, no Algarve Foto: Pedro Noel da Luz
A22 Foto: Pedro Noel da Luz

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As portagens na A22 (Via do Infante) renderam 33,3 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano passado, segundo um relatório sobre parcerias público-privadas da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP).

O dinheiro pago pelos automobilistas deu para cobrir a maior parte dos encargos do Estado com a autoestrada, que está concessionada.

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A UTAP revela que, entre janeiro e setembro de 2018, a Concessão Algarve acarretou encargos brutos de quase 52,8 milhões de euros, tendo as receitas obtidas permitido suportar 63% destes custos.

O défice cifrou-se, assim, em 19,4 milhões de euros.

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Em comparação com igual período do ano anterior (2017), a receitas aumentaram cerca de três milhões de euros na única autoestrada algarvia, mas os encargos também subiram em valor quase idêntico.

No relatório é salientado que foram efetuados, no ano passado, "pagamentos à concessionária do Algarve, relativos a grandes reparações de pavimento, no valor de 1,7 milhões de euros, sem paralelo no período homólogo anterior".

Os dados revelam ainda que os encargos com o pagamento de portagens no Algarve são dos mais altos pagos em concessões rodoviárias do País.

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