Porto, Viana do Castelo e Braga sob aviso vermelho por ondulação na sexta- feira
Estes três distritos regressam a aviso laranja entre as 03h00 e 18h00 de sábado, segundo o instituto.
Porto, Viana do Castelo e Braga vão estar sob aviso vermelho por agitação marítima na noite e madrugada de sexta-feira para sábado, estando toda a costa ocidental atualmente em aviso laranja.
Segundo um comunicado divulgado esta quarta-feira à noite pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Porto, Viana do Castelo e Braga encontram-se sob aviso laranja até às 15h00 de quinta-feira e entram na sexta-feira em aviso laranja, antes da passagem a vermelho, o mais grave, por "ondas de oeste/noroeste com 7 a 8 metros, podendo atingir 14/15 metros de altura máxima, com período de pico de 16/18 segundos".
Estes três distritos regressam a aviso laranja entre as 03h00 e 18h00 de sábado, segundo o instituto.
Faro, Beja e Setúbal estão sob aviso laranja até às 18h00 de quinta-feira (Faro na costa ocidental), regressando a este aviso a partir das 09:00 de sexta-feira até às 15:00 de sábado (Faro na costa oeste).
Já Lisboa, Leiria, Aveiro e Coimbra estão sob aviso laranja até às 15h00 de quinta-feira, regressando entre as 03:00 de sexta-feira e as 18:00 de sábado.
Durante este período, todos os dez distritos estarão sob aviso amarelo por agitação marítima sempre que não estiver em vigor o laranja ou vermelho.
Sob aviso amarelo devido à chuva estão até à manhã de sexta-feira Braga, Porto, Guarda, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga.
Braga, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo e Aveiro voltam a estar sob aviso amarelo de chuva entre as 09h00 e 15h00 de sexta-feira.
Os distritos de Guarda e Castelo Branco vão estar sob aviso amarelo entre as 18h00 de sexta-feira e as 09h00 de sábado devido à possibilidade de queda de neve acima dos 1.100 metros.
A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causou cinco mortos e vários desalojados.
Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
A Proteção Civil está em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.
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