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Correio da Manhã

Sociedade
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Tempestade com chuva forte e cheias rápidas deixa Portugal em alerta

Território sob aviso amarelo após dois dias de inundações no Minho, Beiras e Alentejo.
João Saramago 15 de Setembro de 2021 às 08:13
Em Coimbra, a Praça 8 de Maio ficou inundada
Centro de Cultura Contemporânea, em Castelo Branco, ficou com a cobertura destruída
Chuva forte provocou inundações em Sobral da Adiça, no concelho de Moura
Em Coimbra, a Praça 8 de Maio ficou inundada
Centro de Cultura Contemporânea, em Castelo Branco, ficou com a cobertura destruída
Chuva forte provocou inundações em Sobral da Adiça, no concelho de Moura
Em Coimbra, a Praça 8 de Maio ficou inundada
Centro de Cultura Contemporânea, em Castelo Branco, ficou com a cobertura destruída
Chuva forte provocou inundações em Sobral da Adiça, no concelho de Moura
Chuva forte, rajadas de vento e trovoada com queda de granizo são as previsões meteorológicas para as próximas horas, com o risco para as populações de ocorrerem cheias rápidas. O território do continente permanece sob aviso amarelo, devido à passagem de uma tempestade que esta terça-feira provocou inundações em Braga, com a queda de 38 litros por metro quadrado em 24 horas, e Coimbra, com precipitação de 81 litros por metro quadrado num dia.

A chuva forte destruiu a cobertura do Centro de Cultura Contemporâneo de Castelo Branco (25 litros por metro quadrado no espaço de uma hora). Em Ovar, as chuvas intensas de esta terça-feira causaram inundações em várias ruas, estabelecimentos comerciais e empresas. Em Vila Viçosa, o mau tempo obrigou ao fecho do tribunal, e em Borba e Sobral da Adiça (Moura) houve cheias. No distrito de Leiria, houve 98 ocorrências até às 18h30 e a maioria foi inundações.

O mau tempo provocou a destruição de culturas, pelo que a Confederação Nacional da Agricultura exige ao Ministério da Agricultura “o rápido levantamento dos prejuízos junto dos agricultores” assim como a agilização do pagamento de indemnizações. “Numa primeira análise estima-se que sejam milhares os hectares afetados e que vão levar a elevados prejuízos em culturas como o milho ou hortícolas”, adiantam.

Na região do Baixo Mondego, a chuva intensa afetou uma vasta área de produção de milho. Dos nove mil hectares, 50% da colheita está em risco de se perder, sobretudo entre Coimbra e a Carapinheira.
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