Discotecas dos anos 80 abandonadas na região Centro apenas sobrevivem na memória

Roteiro varia em histórias para contar, mas não na mesma realidade: portas fechadas.
Por Lusa|20.01.19
A maioria das discotecas que atraíam multidões nos anos 1980 e 1990 na região Centro está hoje fechada, algumas em completo estado de abandono, e apenas sobrevivem na memória de quem as criou, lá trabalhou ou frequentou.

Da Green Hill na Foz do Arelho à Hot Rio em São Pedro de Moel, ou mais a norte na Locopinha e Stressless (Praia do Pedrógão) até ao Pessidónio e Amnistia (Figueira da Foz) e à Mirassol na Praia de Mira; das noites de Coimbra que viram desaparecer casas como a Scotch e Via Latina até à Repvblica, em Castelo Branco, entre muitas outras, o roteiro varia em histórias para contar, mas não na mesma realidade: portas fechadas.

O complexo de piscinas de São Pedro de Moel, no concelho da Marinha Grande, inaugurado em 1967 pelo então presidente da República Américo Tomás, integrava a discoteca HotRio, que ganhou fama pelas noites de verão e pela vista sobre os tanques de natação, prancha de saltos e mar.

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