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Artigo exclusivo

Motorista e vigilante abandonam menino de três anos em Rio Maior

Criança ficou oito horas esquecida dentro do autocarro escolar. Família diz que se trata de falha de segurança imperdoável.

17 de março de 2021 às 01:30

O motorista e a vigilante do autocarro escolar em que um menino de três anos ficou esquecido durante oito horas, segunda-feira, em Rio Maior, são suspeitos de um crime de exposição ou abandono, que é punido com pena de prisão até cinco anos.

A Rodoviária do Tejo abriu um processo de averiguação e afastou os dois funcionários do serviço de transporte escolar, enquanto decorre o apuramento de responsabilidades, algo exigido também pela família do menino.

O rapaz, chamado Afonso, reside na Ribeira de São João, com a mãe e os avós maternos. Frequenta o Centro Escolar Poeta Ruy Belo, em São João da Ribeira, e faz a viagem de três quilómetros num autocarro fretado pela Câmara de Rio Maior. Subiu para o autocarro às 09h00 e não saiu com as outras crianças.

O autocarro seguiu viagem sem que o motorista ou a vigilante se apercebessem e só quando os avós o foram esperar, no regresso, é que foram dar com ele sentado no banco da frente.

Apesar de ter estado oito horas sozinho, estava calmo e voltou para casa depois de ser observado no Hospital de Santarém. Esta terça-feira ficou em casa e “só voltará à escola depois de observado por uma psicóloga”, disse o pai, Nuno Agostinho, ao CM, que considera o caso “grave e imperdoável”. “Pode ter sido caso único, mas foi uma falha de segurança e podia ter acabado mal, para além do susto”, diz .

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