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Correio da Manhã

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Poeiras de África regressam com termómetros a atingirem temperaturas altas. Veja a previsão

Temperaturas podem chegar aos 35 graus em Bragança.
Lusa 16 de Junho de 2022 às 08:41
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Poeiras de África de volta a Portugal
Três distritos de Portugal continental estão esta quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, com temperaturas que podem chegar aos 35 graus Celsius (ºC) em Bragança, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Sob aviso amarelo estão os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real.

O aviso amarelo (o menos grave de uma escala de três) é emitido pelo IPMA sempre que existe risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente uma descida da temperatura, em especial da máxima, com períodos de céu muito nublado e aguaceiros e trovoada, em especial no Norte e Centro.

Os aguaceiros podem ser localmente fortes, acompanhados de trovoada e rajadas de vento, sobretudo nas regiões Norte e Centro, e a descida de temperatura, em especial da máxima, será mais acentuada no interior.

Está ainda previsto vento em geral fraco (até 20 quilómetros/hora - km/h) a predominar do quadrante sul, tornando-se fraco a moderado (até 25 km/h) a predominar do quadrante oeste a partir da tarde e soprando moderado (20 a 30 km/h) do quadrante sul, por vezes forte (até 40 km/h), com rajadas até 60 km/h, nas terras altas.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 14ºC em Setúbal e os 20ºC em Bragança e na Guarda e as máximas entre os 25ºC em Sines e em Sagres e os 35ºC em Bragança.

Poeiras de África estão de volta

A massa de ar quente proveniente da deslocação da depressão extratropical ‘Alex’  a partir do Norte de África, que fez subir os termómetros em Portugal até aos 40 graus, está a trazer também as poeiras proveniente do continente.

A elevada concentração de micro partículas de areia em suspensão na atmosfera já não são novidade e deixam novamente sob aviso quem sofre de doenças respiratórias.

Em Portugal, tal como no resto da Europa ocidental, é já a terceira vez este ano, tendo sindo a primeira em março e a última em maio, provenientes do deserto do Saara. Na altura, a Direção-Geral da Saúde (DGS) chegou a emitir um alerta para que a população permanecesse em casa, de janelas fechadas, evitando também atividades físicas no exterior.

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