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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Artigo exclusivo

Grávida com bebé morta na barriga sem vaga no hospital em Loures

Mulher com oito meses de gravidez soube na terça-feira, numa consulta no Hospital Beatriz Ângelo, que a filha estava morta.

26 de outubro de 2023 às 01:30

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Pai, Luís Pinto, denunciou caso ao Correio da Manhã
Pai, Luís Pinto, denunciou caso ao Correio da Manhã
Hospital Beatriz Ângelo
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A família ficou ainda mais desesperada e contactou o Correio da Manhã. “Para nós é essencial conseguirmos rapidamente fazer o funeral à nossa filha”, afirmou Luís Pinto, de 32 anos, marido de Tânia. “Não fechamos o ciclo da morte do nosso filho, é desumano! Não nos disponibilizaram sequer apoio psicológico. A minha mulher precisava disso neste momento. Ela não come, não fala... psicologicamente está a ser muito duro e fisicamente ela tem muitas dores.”

O casal, ele assistente operacional na Câmara de Lisboa e ela lojista, já tem três filhas. “Foi uma notícia horrível, estamos todos a sofrer. Estávamos à espera da nossa pequena Eva. Expliquei às minhas filhas que a irmã agora é uma estrela no céu”, disse Luís ao CM.

Nunca esperaram este desfecho. “Era uma consulta normal só para perceber se o bebé já tinha virado”, conta, explicando que nesse dia sugeriram a Tânia que “ficasse num quarto com outras mulheres grávidas, ou recém-mães com os bebés”. A mulher optou por ir para casa.

O Correio da Manhã questionou o HBA e não obteve qualquer resposta.

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