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Correio da Manhã

Sociedade
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67 mil professores já colocados

Mais de 31 mil docentes foram colocados no âmbito da segunda fase do concurso de professores. O Ministério da Educação garante que até ao início do ano lectivo ainda haverá vaga para mais 5547, o que totalizará 36 868 docentes colocados na segunda fase. O balanço total do concurso fixa 67 mil professores nas escolas e deixa de fora 27 mil. Os números apresentados dão conta de um aumento de colocações, que terá superado as previsões do Ministério da Educação.
27 de Agosto de 2009 às 22:09
Valter Lemos recusa críticas dos sindicatos
Valter Lemos recusa críticas dos sindicatos FOTO: d.r.

“Estão colocados, até ao momento, 67 014 professores nas escolas, conforme o previsto. Aliás, até um pouco acima das previsões. Pensamos que este concurso atingiu verdadeiramente o maior nível de colocação e de estabilidade de sempre, quer ao nível da colocação quer ao nível dos números, que ultrapassam os de anos anteriores”, referiu esta tarde o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, durante a apresentação dos dados.

Neste concurso ficam por colocar 954 professores dos Quadros da Zona Pedagógica, número bastante inferior ao registado em 2008, com 1056 docentes não colocados. Segundo Valter Lemos, esta é a prova do “esforço que foi feito para a estabilização da situação dos professores dos Quadros de Zona Pedagógica”.

No que diz respeito aos professores contratados, dos 42 319 candidatos foram colocados, na segunda fase, 15 125 docentes, o que, somado às colocações da primeira fase, representa um total de 15 542 docentes com um lugar preenchido. Ainda assim, ficaram sem vaga 27 194 professores.

O Ministério da Educação garante, porém, que até Dezembro serão colocados mais 20 mil candidatos: cinco mil através de bolsa de recrutamento e 15 mil através da contratação das escolas.

Confrontado com as críticas do Sindicato dos Professores da Região Centro, que repudiou “a forma irresponsável como, mais uma vez, o Ministério da Educação atrasou o processo de colocação dos professores”, Valter Lemos mostrou-se tranquilo. “O que posso dizer é que estamos adiantados. O sindicato deve ter um problema de compreensão. Lamento que nem o decreto conheça”, disse.

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