Conselho geral da ADSE quer rede alargada com número mínimo de prestadores

Conselho presidido por João Proença lembra que existem cerca de 1.700 pedidos de prestadores de saúde "a que não é dado qualquer seguimento".
Por Lusa|15.03.19
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O Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da ADSE defendeu esta sexta-feira a "rápida implementação de uma rede muito mais alargada" que garanta um número mínimo de prestadores nos pequenos concelhos.

"A celebração de novas convenções constitui uma prioridade para o CGS, não se compreendendo que a mesma esteja praticamente congelada desde 2015, por razões que se desconhecem", sublinha o órgão num parecer aprovado esta tarde.

No documento, o conselho presidido por João Proença lembra que existem cerca de 1.700 pedidos de prestadores de saúde "a que não é dado qualquer seguimento, nem qualquer tipo de justificação para a sua não aceitação".

"Os beneficiários da ADSE devem ter ao seu dispor em todo o território nacional uma rede acessível geograficamente, de qualidade, permitindo escolha do prestador de saúde", lê-se no parecer.

Para o CGS, órgão onde estão representantes dos beneficiários, dos sindicatos, dos aposentados e do Governo a rede atual "é claramente insuficiente, e em grande parte do território não há possibilidade de escolha por haver um único prestador de saúde na especialidade necessária, apesar de haver outros na mesma localidade ou a pequena distância que estão interessados na celebração de convenções".

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