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Novo recorde: 2608 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Há mais 21 mortos

Há 1015 pessoas internadas com Covid-19, 22 entraram nas últimas 24 horas. 144 estão nos cuidados intensivos.
Correio da Manhã 16 de Outubro de 2020 às 13:33
Coronavírus
Coronavírus FOTO: Getty Images
Portugal bateu esta sexta-feira um novo recorde de novos casos de Covid-19 ao ultrapassar, pela terceira vez desde o início da pandemia, a barreira dos dois mil casos. Registou-se nas últimas 24 horas mais 21 mortos e 2608 novos casos de coronavírus.

O País contabiliza, até ao momento, 2149 óbitos e 95902 infetados com a Covid-19.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado esta quinta-feira pela DGS, 56066 pessoas recuperaram da doença, 985 delas nas últimas 24 horas.

Relativamente aos internamentos, 1015 pessoas estão internadas, mais 22 do que ontem, 144 das quais em cuidados intensivos (mais 5 que as registadas esta quinta-feira).

A Região Norte concentra o maior número de novos casos registados esta quinta-feira, 1350.

Segue-se a Região de Lisboa e Vale do Tejo, com 725, a Região Centro, com 323 novos casos, o Alentejo com mais 150, e o Algarve, com 44.

A Região Autónoma da Madeira tem mais 12 casos confirmados. Os Açores contabilizam quatro novas infeções.

860 pessoas que morreram com a Covid-19 em Portugal residiam em lares, representando quase 40% do total dos óbitos no país. Do total das 860 vítimas, 349 residiam na região Norte, 333 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 152 na região Centro, 20 no Alentejo e seis ao Algarve, precisou Graça Freitas na conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus, que causa a doença Covid-19.

Sobre as 21 mortes ocorridas nas últimas 24 horas, Graça Freitas adiantou que 10 ocorreram na região Norte, nove na região de Lisboa e Vale do Tejo e dois na região Centro.

Graça Freitas anunciou que os alunos dos últimos anos de enfermagem, acompanhados com os seus professores, vão reforçar as equipas de saúde ao detetar contactos, isolá-los e acompanhá-los. 

Diretora da Direção Geral da Saúde justificou, esta sexta-feira, que a redução da quarentena para os 10 dias só se aplica a doentes com infeção ligeira ou moderada do noco coronavírus. "Estas pessoas são infeciosas 48h antes de apresentarem sintomas mas ao longo dos dias vai diminuindo a possibilidade de infetar outros", remata Graça Freitas.

A ocupação global de camas em cuidados intensivos nos hospitais está em 67%, avançou o secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes.

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