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Alerta vulcânico sobe devido a atividade sísmica no canal Faial

Situação leva o CIVISA a "elevar para V1 o Alerta Vulcânico na zona em causa", que em 21 de abril tinha baixado para V0.

16 de maio de 2026 às 12:21

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores elevou para V1 (sistema vulcânico em fase de equilíbrio metaestável) o alerta vulcânico no canal Faial - Pico, que estava em V0 (sistema vulcânico em fase de repouso).

Segundo um comunicado do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) "ocorreu novo incremento da atividade sísmica de baixa magnitude localizada ao longo da linha estrutural de direção NE [nordeste] - SW [sudoeste] que se estende no canal Faial - Pico, desde W [oeste] da Madalena até N [norte] do Lagido, abrangendo o Sistema Vulcânico Submarino do Cachorro, com profundidades que se desenvolvem verticalmente desde os 13 quilómetros até perto da superfície".

A situação leva o CIVISA a "elevar para V1 o Alerta Vulcânico na zona em causa", que em 21 de abril tinha baixado para V0.

O alerta "vigorará por um período de oito dias, caso não haja, entretanto, lugar a nova informação", adiantou.

Em 09 de abril, o CIVISA também tinha elevado para V1 o alerta vulcânico no canal Faial - Pico, no grupo Central açoriano, justificando a subida com uma atividade sísmica "ligeiramente acima do normal" naquela zona.

A escala de alertas vulcânicos utilizada pelo CIVISA tem oito níveis, em que V0 significa sistema vulcânico em fase de repouso e V7 erupção magmática ou hidromagmática em curso.

O V1 em vigor no canal Faial - Pico (sistema vulcânico em fase de equilíbrio metaestável) significa que existe "atividade fraca, ligeiramente acima dos níveis de referência, de origem tectónica, hidrotermal e/ou magmática", mas "a qualquer momento a atividade pode intensificar ao nível da sismicidade, pode alterar-se o padrão de desgaseificação e/ou podem ocorrer movimentos de vertente, 'lahars' secundários ou explosões de vapor".

"Se a atividade se verificar no mar, podem registar-se erupções submarinas sem outros sinais premonitores detetáveis pelas redes de monitorização existentes", de acordo com informação disponibilizada pelo CIVISA na sua página da Internet.

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