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Correio da Manhã

Sociedade
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AM de Lisboa aprova por unanimidade contratação de transporte escolar

Serviço para rede de jardins-de-infância e escolas de ensino básico e secundário da capital.
Lusa 27 de Setembro de 2022 às 23:29
Autocarro de transporte escolar
Autocarro de transporte escolar FOTO: Getty Images
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou esta terça-feira por unanimidade uma proposta da Câmara Municipal para a contratação do serviço de transporte escolar para a rede de jardins-de-infância e escolas de ensino básico e secundário da capital.

Assinada pelo vereador da Educação, Diogo Moura (CDS-PP), a proposta destina-se à rede de ensino público da cidade de Lisboa para o ano letivo de 2022/2023.

O transporte escolar, que existe em Lisboa desde 2009, ainda não está disponível este ano letivo porque o concurso público para assegurar este serviço "ficou deserto", segundo informou a câmara municipal.

Esta proposta esta terça-feira apresentada pretende lançar um novo concurso para a "aquisição de serviço de transporte escolar para as crianças dos jardins-de-infância e os alunos do ensino básico e secundário da rede pública da cidade de Lisboa para o ano letivo de 2022/2023" pelo valor máximo de 875.301,36 euros (com IVA).

Na Assembleia Municipal, o deputado da Iniciativa Liberal Rui Melo Gonçalves criticou a organização interna da Câmara de Lisboa.

"A Câmara Municipal de Lisboa lança um concurso para transporte escolar no fim de julho, com aceitação de proposta até final de agosto para um serviço que tem de arrancar em setembro e eu pergunto: Que planeamento é este?", questionou.

"Como o concurso ficou deserto, agora tem de se lançar outro e, pelo meio, tem de se fazer um ajuste direto para se resolver o problema", acrescentou.

Na resposta, o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), concordou com o deputado da Iniciativa Liberal e defendeu que estes casos devem "ser geridos com mais tempo".

"Essa deve ser a exigência. Temos todos de fazer um esforço para que estas situações não sejam geridas sempre em emergência", afirmou.

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