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Correio da Manhã

Sociedade

Barragens já estão acima da média

Quinze dias de chuva valeram por um mês.
João Saramago 17 de Março de 2018 às 01:30
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Barragem está apenas a 7,1% da capacidade total
Barragem de Fagilde registou mínimo histórico
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Barragem está apenas a 7,1% da capacidade total
Barragem de Fagilde registou mínimo histórico
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Barragem de Fagilde, no início de novembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Albufeira da barragem de Fagilde, em dezembro de 2017
Barragem está apenas a 7,1% da capacidade total
Barragem de Fagilde registou mínimo histórico
As tempestades ‘Félix’ e ‘Gisele’ provocaram forte precipitação, em particular no Norte e Centro, o que levou a que, nestas regiões, o volume de armazenamento das barragens seja agora superior ao habitual para a época. A sul do Tejo, embora tenha havido um acréscimo, na maioria das albufeiras ainda não foram alcançados os valores médios.

Um caso expressivo verifica- -se em Castelo de Bode, no rio Zêzere. A albufeira que abastece a área da Grande Lisboa registava, a 1 de março, 67,9% da capacidade máxima. Ontem, chegava aos 87,4%, tendo sido realizadas descargas laterais para aliviar armazenamento.

Tendo chovido mais em 15 dias do que é habitual durante todo o mês de março, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera estima que, nesta altura, tenham sido ultrapassadas as situações de seca severa e extrema que atingiam 84,5% do território no final de fevereiro. O valor médio de precipitação em março a nível nacional é de 60 litros por metro quadrado, mas em algumas localidades chegaram a chover mais de 90 litros por metro quadrado no espaço de uma semana. A situação não irá inverter-se a curto prazo, prevendo-se queda de chuva por mais dez dias.

Aviso da Proteção Civil
A Autoridade Nacional da Proteção Civil emitiu um aviso de agravamento do estado do tempo para hoje e amanhã, com previsão de chuva e vento forte.

Três veículos soterrados
Ficaram soterrados, ontem, 3 carros após ruir parte de um palácio devoluto em Vila Cova, Arganil. O imóvel tinha ardido a 15 de outubro de 2017.

Derrocada na Sertã
A Estrada Nacional 238, na Sertã, ficou, ontem, condicionada devido a uma derrocada provocada pela chuva intensa.

Resíduos no rio Tejo
O ministro do Ambiente, Matos Fernandes, negou ontem a colocação em áreas protegidas de resíduos retirados do rio Tejo.
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