A partir de agora, veíiculos passam a ser compradas diretamente pelas corporações.
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Várias corporações de bombeiros vão, este ano, comprar 75 ambulâncias de socorro, para os Postos de Emergência Médica, através de um protocolo esta segunda-feira assinado com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) no valor de 3,7 milhões de euros.
O plano para a renovação da frota de ambulâncias prevê que sejam substituídas 75 viaturas em cada ano entre 2018 e 2021. Atualmente o INEM tem 326 ambulâncias em funcionamento nos Postos de Emergência Médica (PEM).
A partir de agora, as ambulâncias passam a ser compradas diretamente pelas corporações de bombeiros com o INEM a pagar 50 mil euros para a aquisição, manutenção e seguro de cada viatura.
Apesar de enaltecerem esta nova metodologia de compra de viaturas, o presidente da Liga dos Bombeiros Profissionais (LBP), Jaime Marta Soares, e o presidente do INEM, Luis Meira, deixaram algumas críticas ao Governo, concretamente ao Ministério das Finanças.
"No cenário atual que é colocado aos gestores públicos, em que cada cêntimo é arrancado a ferros, e as decisões estão muitas vezes subjugadas a ficheiros Excel que não consegue distinguir uma fotocopiadora de uma ambulância, conseguir realizar um investimento deste montante é verdadeiramente assinalável. Também neste caso a autorização para este investimento foi arrancada a ferros", afirmou Luis Meira.
Para Marta Soares, este modelo de negociação "é um bom caminho, mas não é perfeito", e há algo que "belisca o conceito", nomeadamente o valor atribuído a cada viatura que, em seu entender devia passar dos 50 para os 55 mil.
O presidente da liga pediu também um aumento de 500 euros no valor do seguro de manutenção, que atualmente é de dois mil euros, deixando esse apelo à secretária de Estado da Saúde, Rosa Matos.
"As associações e os corpos de bombeiros fazem um esforço tremendo para ajudar as populações. E eles não podem pagar para socorrer", acrescentou.
A secretária de Estado Rosa Matos teceu elogios à nova metodologia, destacando a descentralização e a rapidez do processo de aquisição de viaturas.
"Passou a haver uma relação mais eficiente e mais rápida com as corporações", disse.
Os PEM funcionam em corpos de bombeiros ou delegações da Cruz Vermelha Portuguesa, que têm protocolos com o INEM para dar resposta a emergências médicas pré-hospitalares.
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