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Correio da Manhã

Sociedade
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Burla em prescrições médicas: Condenados a cinco anos com pena suspensa

Dois dos quatro arguidos acusados dos crimes de burla qualificada e de falsificação de documentos foram, esta segunda-feira, em Lisboa, condenados a cinco de cadeia com pena suspensa.
30 de Janeiro de 2012 às 16:43
Crimes de burla ao Estado visaram a falsificação de prescrições médicas com vista à comparticipação da ADSE
Crimes de burla ao Estado visaram a falsificação de prescrições médicas com vista à comparticipação da ADSE FOTO: Lusa

Um dos condenados é o médico Paulo Neves, que terá ainda de pagar uma indemnização ao Estado no valor de 238 mil euros.

Já a outra arguida condenada é Maria Amélia Figueiredo, que tem de pagar uma indemnização cível de 3,9 milhões de euros. Este é o montante do prejuízo que os arguidos causaram nos crimes de burla ao Estado, através da falsificação de prescrições médicas com vista à comparticipação da ADSE.

Maria Amélia Figueiredo era recepcionista de um centro de saúde, tendo estado envolvida em todos os crimes praticados comprovados, juntamente com o médico João Aurélio Duarte, já julgado anteriormente.

Os outros dois arguidos – Germano Neto e Fernanda Neto Duarte – foram absolvidos.

O processo, que envolve cinco arguidos por crimes de burla, falsificação de documentos e outros crimes, remete para os anos entre 1998 e 2003.

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