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Correio da Manhã

Sociedade
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Cachalote tinha água e areia nos brônquios

Autópsia revelou que animal tinha dado à costa no dia 1.
Pedro F. Guerreiro 5 de Janeiro de 2018 às 08:40
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
No dia 1, dezenas ajudaram a salvar o animal, que acabou por não sobreviver
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
Cachalote acabou por voltar a dar à costa morto
O exame realizado ao cadáver do cachalote que deu à costa morto na terça-feira de manhã na ilha da Armona, no concelho de Olhão, revelou que o cetáceo com mais de 10 metros de comprimento tinha várias lesões e água e areia nos brônquios.

O procedimento, realizado por biólogos da Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem, permitiu também confirmar que este foi o mesmo animal que tinha arrojado e sido devolvido ao mar por populares e elementos da Autoridade Marítima, na praia de Monte Gordo, no dia 1 de janeiro. "Marcas particulares na barbatana caudal e as dimensões do animal confirmam ser o mesmo cachalote, (...) um macho imaturo com 10,7 metros ", refere o documento com as conclusões da autópsia, a que o CM teve acesso.

"Apesar da condição corporal se encontrar abaixo do esperado para a espécie, o animal aparentava alimentar-se", acrescenta ainda o relatório da autópsia, que não apurou as causas do arrojamento inicial ou a morte do animal. "Havia algumas lesões no fígado e pâncreas, mas a carga parasitária não parece ter sido significativa para a causa da morte", revelou a bióloga Marisa Ferreira ao CM. O animal foi transportado para o Aterro Sanitário do Sotavento, onde deverá ser incinerado, mas foi alvo de análises com resultados pendentes, que poderão fornecer mais dados.
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