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Câmara de Pampilhosa da Serra dá tijolos e telhas à população

Materiais poderão ser levantados a partir de domingo, no Estádio Municipal Antigo, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.

31 de janeiro de 2026 às 19:13

O município de Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, anunciou este sábado que, a partir de domingo, vai dar tijolos e telhas para ajudar a população a repor as condições de segurança nas suas casas.

Em comunicado, a autarquia informou que, na sequência dos danos em várias habitações provocados pela passagem da depressão Kristin, "decidiu avançar com uma medida de resposta imediata, através da cedência gratuita de tijolos e telhas da sua posse à população afetada".

Os materiais poderão ser levantados a partir de domingo, no Estádio Municipal Antigo, das 09:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:00.

A Câmara de Pampilhosa da Serra explicou que, para conseguirem estes apoios, os munícipes terão de "apresentar prova de titularidade do imóvel, fotografias comprovativas dos danos registados e identificação pessoal".

"Deverá ser solicitada apenas a quantidade estritamente necessária de materiais, sendo da responsabilidade dos requerentes o transporte dos mesmos, através de meios próprios", esclareceu.

Posteriormente, técnicos do município "irão proceder à vistoria das habitações, de forma a confirmar se a quantidade de materiais utilizada corresponde ao solicitado, prevenindo pedidos indevidos ou excedentários", acrescentou.

Com esta medida, a autarquia pretende "responder de forma célere às necessidades mais urgentes da população, nomeadamente ao nível de segurança e habitabilidade".

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No concelho da Batalha, distrito de Leiria, um outro homem de 73 anos morreu este sábado ao cair de um telhado quando estava a reparar as telhas.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

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