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Correio da Manhã

Sociedade
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Células para tratar enfartes

Investigadores de Coimbra estão a estudar a possibilidade de recuperação de vítimas de enfarte cardíaco e doenças neurodegenerativas com recurso a células do cordão umbilical.

9 de Junho de 2008 às 00:30

As novas aplicações das células do sangue contido no cordão umbilical é uma das áreas da investigação que a Crioestaminal – pioneira em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais – pretende desenvolver em parceria com a Universidade de Coimbra, ao abrigo de um protocolo assinado esta semana.

O estudo da aplicabilidade das células estaminais ao nível do enfarte miocárdio visa permitir "a recuperação do músculo cardíaco" em situações em que o transplante se possa verificar, explicou à Lusa Raul Santos, director da Crioestaminal. "Pensamos que dentro de 10 a 15 anos já será possível usar a nova tecnologia", acrescentou. O protocolo de cooperação entre a Universidade e a Crioestaminal contempla, além da investigação, a formação contínua dos quadros da empresa com vista ao desenvolvimento de novos projectos.

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