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Correio da Manhã

Sociedade
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Cerca 600 alunos mantidos em escola degradada no Porto

Estudantes do 3º ciclo vão ser transferidos e o estabelecimento terá pequenas obras.
Ágata Rodrigues e Ana Silva Monteiro 28 de Janeiro de 2017 às 08:13
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
Alunos e funcionários queixam-se há vários anos da falta de condições da escola
As aulas na Escola Alexandre Herculano, no Porto, estão suspensas até quarta-feira. A decisão surge após uma reunião entre a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e os representantes da comunidade escolar, na sequência dos relatos de falta de condições da escola - que encerrou porque chovia dentro das salas. Dos cerca de 900 alunos, 300 vão ser transferidos para a Escola Básica Ramalho Ortigão e os restantes permanecem no estabelecimento.

"Só os alunos do secundário -cerca de 600 - vão ficar aqui e, até quarta-feira, vão ser feitas pequenas reparações para que fiquem o melhor possível. Não é o ideal, mas saímos com a garantia de que, até 2020, as obras profundas estarão concluídas", explicou Manuel Lima, diretor da escola. Garantiu ainda que "existem seis milhões de euros" disponíveis para tal.

Apesar das soluções apresentadas, somam-se as queixas de docentes e alunos, devido a zonas onde o telhado está a cair e acessos a salas em risco de ruína. "Não vai ser em quatro dias que vão resolver. Os nossos filhos vão continuar a estar nas aulas de gorro e manta e a escrever com luvas até ao final do ano letivo. É esta a solução", disse Fernando Barbosa, encarregado de educação.
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