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Correio da Manhã

Sociedade
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Chiado fechou para simulacro

Mais de 300 bombeiros relembraram durante uma hora e meia a tragédia de 1988
26 de Agosto de 2013 às 01:00
Simulacro marcou os 25 anos do incêndio que devastou a Baixa
Simulacro marcou os 25 anos do incêndio que devastou a Baixa FOTO: Mariline Alves

Lisboa relembrou ontem, durante uma hora e meia, o incêndio que, há 25 anos, destruiu parte do Chiado. O simulacro contou com 321 bombeiros, apoiados por 81 veículos, e 36 figurantes, que encarnaram os muitos feridos.

Apesar da imprevisibilidade, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, referiu que a cidade está mais preparada para enfrentar uma situação de incêndio, mas alertou para "o risco sísmico".

Eram 09h00 e o som das sirenes dava o alerta de fogo nos extintos Armazéns Grandella, tal como aconteceu a 25 de agosto de 1988, na tragédia que provocou a morte de duas pessoas e feriu cerca de meia centena. Muitos foram os que recordaram o incêndio. "Tinha 15 anos e assisti a tudo. O meu pai era bombeiro e combateu as chamas. Ajudei idosos a sair de casa", contou ao CM Paula Castanheira, de 44 anos. Também o comandante dos Bombeiros Voluntários da Pontinha, Joaquim Sintrão, recordou o "cenário de destruição". "Hoje os meios são mais modernos e talvez o combate às chamas fosse mais fácil."

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