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Correio da Manhã

Sociedade
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Cultura, restauração e comércio em protesto pelo País

Centenas de pessoas dos setores mais afetados pela pandemia manifestaram-se de Norte a Sul.
Melissa Silva, Rafael Domingues e David Monteiro 22 de Novembro de 2020 às 09:40
Em Lisboa, artistas e trabalhadores da cultura protestaram no Campo Pequeno
Em Faro, restauração e hotelaria manifestaram-se
Em Guimarães, comerciantes e empresários em protesto
Em Lisboa, artistas e trabalhadores da cultura protestaram no Campo Pequeno
Em Faro, restauração e hotelaria manifestaram-se
Em Guimarães, comerciantes e empresários em protesto
Em Lisboa, artistas e trabalhadores da cultura protestaram no Campo Pequeno
Em Faro, restauração e hotelaria manifestaram-se
Em Guimarães, comerciantes e empresários em protesto
A paralisação ou redução da atividade nos setores da cultura, restauração e comércio por causa da pandemia levou este sábado de manhã centenas de empresários e trabalhadores a manifestar-se em várias cidades do País.

Profissionais da cultura reuniram-se num protesto pela sobrevivência do setor. No Campo Pequeno, em Lisboa, juntaram-se músicos, bailarinos, atores, encenadores, ilusionistas, comediantes, e ainda representantes da tauromaquia, que exigiram para o futuro. "É inacreditável que a ministra da Cultura não esteja aqui", lamentou o ator José Raposo durante a sua intervenção. No Porto, onde a preocupação pela falta de apoios à Cultura também teve eco, dezenas de seguranças privados saíram à rua: pedem trabalho ao Governo, ficaram desempregados com a pandemia.

Em Faro, centenas de pessoas juntaram-se nas docas em protesto organizado pelo movimento A Pão e Água. "Não podemos continuar a gerir hoje, para trabalhar amanhã. Os negócios estão a morrer e vão continuar a morrer se nada for feito", disse ao CM Emanuel Alexandre, empresário da restauração.

Também em Guimarães, os empresários da restauração, hotelaria e comércio protestaram, numa marcha lenta pela cidade que reuniu cerca de 200 pessoas. "Estamos a atravessar sérias dificuldades há oito meses. Se não existirem medidas imediatas este será o fim para muitos de nós" confessou o empresário Jorge Lopes.
No Funchal, o movimento ‘Estamos Convosco’ apelou ao Governo Regional por apoios para a restauração, hotelaria e organização de eventos.
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