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Correio da Manhã

Sociedade
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Desfibrilhador implantado reduz morte em idosos

O desfibrilhador cardíaco implantado na pele reduz em 30 por cento a mortalidade dos doentes, mesmo depois dos 75 anos.
8 de Janeiro de 2009 às 00:30
Arritmias podem ser fatais
Arritmias podem ser fatais FOTO: direitos reservados

Os desfibrilhadores implantados "reduzem em 30 por cento o risco de morte de doentes com menos de 65 anos, mas também entre os que têm idades entre os 65 e os 74 anos e mais de 75 anos", precisou Paul Chan, docente do Instituto do Coração da Universidade do Missouri (EUA) e principal autor da investigação publicada na revista da Associação Americana do Coração.

As pessoas com o músculo cardíaco com as capacidades diminuídas para bombear o sangue são os candidatos ideais para a implantação de um desfibrilhador, com o objectivo de evitar arritmias fatais. O desfibrilhador em miniatura é implantado na pele e ligado ao músculo cardíaco através de eléctrodos.

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