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Correio da Manhã

Sociedade
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DGS afasta risco de transmissão do coronavírus na água doce e diz que albufeiras são "seguras"

Diretora-geral da Saúde apelou, no entanto, para o cumprimento das regras de segurança na "zona seca" destas praias.
Lusa 3 de Junho de 2020 às 17:08
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
Treze albufeiras com menos de 40% de água no final de outubro
A diretora-geral da Saúde afirmou hoje que o risco de transmissão do novo coronavírus na água das albufeiras e praias fluviais é "ínfimo", sublinhando que a sua utilização é segura.

"São grandes extensões de água e, portanto, o risco de transmissão é ínfimo, até porque depois os vírus estão já diluídos na água e não entrarão pela via respiratória", explicou Graça Freitas durante a habitual conferência de imprensa de atualização da informação sobre a pandemia de covid-19 em Portugal.

Questionada sobre se durante este verão as albufeiras e praias fluviais são uma opção segura para os banhistas que habitualmente frequentam estes espaços, a diretora-geral assegurou que "será tranquilo e será seguro".

Graça Freitas apelou, no entanto, para o cumprimento das regras de segurança na "zona seca" destas praias, da mesma forma que está previsto para as praias oceânicas.

"A permanência na zona seca da albufeira é semelhante à das praias ou à das piscinas, sempre mantendo aquelas medidas, que implicam o distanciamento social, a higiene das mãos e a etiqueta respiratória", afirmou, acrescentando que "essa questão se aplica a todas as situações".

Portugal contabiliza pelo menos 1.436 mortos associados à covid-19 em 32.895 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, que sexta-feira foi prolongado até 14 de junho, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório apenas para pessoas doentes e em vigilância ativa e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

Novas medidas entraram em vigor hoje, com destaque para a abertura dos centros comerciais (à exceção da Área Metropolitana de Lisboa, onde continuarão encerrados até, pelo menos, 04 de junho), dos ginásios ou das salas de espetáculos.

Estas medidas juntam-se às que entraram em vigor no dia 18 de maio, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

No sábado regressaram as cerimónias religiosas comunitárias enquanto a abertura da época balnear acontecerá em 06 de junho.

Mais informação sobre a pandemia no site dedicado ao coronavírus - Mapa da situação em Portugal e no Mundo. - Saiba como colocar e retirar máscara e luvas - Aprenda a fazer a sua máscara em casa - Cuidados a ter quando recebe uma encomenda em casa. - Dúvidas sobre coronavírus respondidas por um médico Em caso de ter sintomas, ligue 808 24 24 24
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