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Diretor executivo do SNS admite constrangimentos nas urgências regionais, mas nunca fecharam

Diretor executivo respondia desta forma aos relatos de alguns constrangimentos verificados nos últimos dias.

15 de julho de 2026 às 14:44

O diretor executivo do SNS reconheceu esta quarta-feira que têm existido alguns constrangimentos nas urgências regionais de Obstetrícia e Ginecologia da Península de Setúbal e de Loures, mas assegurou que estas nunca encerraram e têm mantido a capacidade de resposta.

"Historicamente, nós sabemos que há períodos de picos de procura que, se coincidirem com períodos em que há escassez de recursos humanos, nomeadamente médicos, geram constrangimentos nas urgências. Sempre tivemos esses constrangimentos", afirmou Álvaro Almeida, à margem da "Conferência Global da OMS sobre IA: Moldar a IA na área da Saúde", que está a decorrer em Lisboa.

O diretor executivo respondia desta forma aos relatos de alguns constrangimentos verificados nos últimos dias que, segundo o jornal Observador, se devem no caso do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, à falta de vagas no bloco de partos, que tem apenas cinco camas, e no caso do Hospital Garcia de Orta, em Almada, à falta de médicos obstetras.

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