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Correio da Manhã

Sociedade

Doações contestadas

O cientista norte-americano Jeremy Shiffman defende, num artigo publicado no boletim da Organização Mundial da Saúde, que políticos, doadores e sociedade civil dão mais prioridade às doenças em função da forma como são apresentadas aos cientistas e instituições e não tendo em conta o risco real que constituem para a saúde mundial.
3 de Agosto de 2009 às 23:18

O investigador da Universidade de Syracuse apontou o exemplo do VIH/sida, que no início da década mobilizava "mais de um terço dos fundos dos principais doadores, apesar de representar 5% da mortalidade", nos países com economias frágeis. Também a gripe das aves mobilizou "enormes recursos", apesar do número de mortes provocadas ter ficado pelas centenas. "Enquanto isso, outras doenças, como a pneumonia ou as doenças diarreicas, que matam milhões de pessoas por ano, mobilizam apenas recursos mínimos".

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