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Correio da Manhã

Sociedade
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Duzentos ambientalistas juntaram-se contra Almaraz

Portugueses e espanhóis exigem o encerramento da central em junho de 2020.
Carla Marques Cordeiro 12 de Maio de 2019 às 10:01
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Manifestação realizou-se na barragem transfronteiriça de Cedilho
Foram cerca de 200 os ambientalistas portugueses e espanhóis que formaram este sábado um cordão humano junto à barragem de Cedilho, em Nisa, na fronteira com Espanha, pelo encerramento da central nuclear de Almaraz.

Os ativistas dos dois países vizinhos pretendem que a licença de exploração da central não seja renovada.

"Esta central tem licença para operar até junho de 2020, e aquilo que queremos é que ela encerre nessa data", referiu Nuno Sequeira, dirigente da Quercus.

Já Mari Carmen, ativista espanhola, garante que "mais anos significam mais contaminação e 10 anos é matar ainda mais a natureza", explica, temendo que o Governo espanhol prolongue o prazo de exploração por mais 10 ou 20 anos.

Devido a vários incidentes ocorridos nos últimos tempos, António Minhoto, dirigente do Movimento Ibérico Antinuclear, defende que "Portugal não está precavido para um acidente nuclear e isso seria uma catástrofe muito grave", uma vez que esta central se situa numa albufeira afluente do rio Tejo.

Para os espanhóis, a central de Almaraz deverá ser a primeira de sete a encerrar.
Governo Espanha Cedilho Nisa Mari Nuno Sequeira Carmen Quercus António Minhoto Movimento Ibérico Antinuclear
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