page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Emprego público sobe 1,1% no primeiro trimestre para 767.094 trabalhadores

Número de funcionários públicos voltou, assim, a renovar máximos da série estatística, que começou no último trimestre de 2011.

15 de maio de 2026 às 18:33

O número de trabalhadores da administração pública aumentou 1,1% no primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo, para 767.094, voltando a renovar máximos desde 2011, segundo os dados divulgados esta sexta-feira pela DGAEP.

"A 31 de março de 2026, o emprego no setor das administrações públicas situou-se em 767.094 postos de trabalho", o que representa uma subida de 1,1% face a igual período de 2025 (mais 8.058 postos de trabalho), segundo a Síntese Estatística do Emprego Público, divulgada pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).

A evolução homóloga nas administrações públicas deve-se, sobretudo, à administração central, onde foram criados mais 4.790 postos de trabalho, bem como à administração local (+3.708 postos de trabalho).

Este aumento "ficou a dever-se, essencialmente à variação nas carreiras de técnico superior (+3.033 postos de trabalho), das Forças Armadas (+1.566), de educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário (+1.197), de enfermagem (+992) e na carreira médica (+658)", refere a entidade.

Por sua vez, e à semelhança do que tinha sucedido no trimestre anterior, o emprego público voltou a recuar nas administrações regionais dos Açores e da Madeira, bem como nos fundos de Segurança Social.

O número de funcionários públicos voltou, assim, a renovar máximos da série estatística, que começou no último trimestre de 2011.

"Em relação a 31 de dezembro de 2011 (início da série), o aumento foi de 39.393 postos de trabalho (+5,4%)", refere a mesma nota.

Já na comparação com o trimestre anterior registou-se uma subida de 0,6%, o equivalente a um aumento de 4.816 postos de trabalho.

De acordo com a DGAEP, este aumento continuou a ser impulsionado "em grande parte" pela administração central (+3.955 postos de trabalho) "e ocorreu sobretudo nos Estabelecimentos de Educação e Ensino Básico e Secundário (+1.511) e nas Entidades Públicas Empresariais do SNS (+1.730)".

No que diz respeito concretamente às carreiras, a subida em cadeia na administração central foi impulsionada pelas "carreiras médica (+1.557 postos de trabalho) e de educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário (+ 1.033)", nota a DGAEP, salientando ainda o "contributo positivo das carreiras da GNR (+589) e das Forças Armadas (+455)".

Nesta síntese é também possível verificar que 7,1% da população total trabalhava no setor das administrações públicas, 13,6% da população ativa e 14,5% da população empregada.

Nos primeiros três meses deste ano, "o peso dos postos de trabalho nas administrações públicas ocupados por mulheres aumentou ligeiramente, representando 17,3% da população ativa feminina e 18,6% da população empregada feminina do país (respetivamente, 17,1% e 18,3% no trimestre anterior)", acrescenta.

Depois de o ano passado ter interrompido "a tendência crescente de saídas por reforma/aposentação verificada de 2017 a 2024", no primeiro trimestre deste ano, "foram registadas 3.679 saídas por motivo de reforma/aposentação", a maioria das quais na administração central (2.735).

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Boa Tarde

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8