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Correio da Manhã

Sociedade
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Esquadras da PSP encerradas devido a mobilização de agentes para greve dos motoristas

Operacionalidade dos polícias está a ser questionada.
João Carlos Rodrigues 15 de Agosto de 2019 às 12:52
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Operacionalidade dos polícias está a ser questionada.
A mobilização de elementos da PSP para minimizar os efeitos da greve e garantir a segurança do transporte de combustíveis está a retirar polícias do serviço operacional.

De acordo com o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, há equipas de intervenção rápida desviadas das suas áreas para Leixões, mas também há casos em que as patrulhas às ocorrências são eliminadas. 


Na zona de Lisboa, sabe o CM, a esquadra de Alhandra, Vila Franca de Xira, tem fechado durante a noite devido à falta de efetivo, mobilizado para a greve.

"Cada polícia tem de fazer o trabalho de dois, três ou mesmo quatro", aponta Paulo Rodrigues, garantindo que estes agentes nada recebem a mais. "Apenas aqueles que são destacados de mais longe, como Bragança, recebem uma ajuda de custo, mas que em pouco ultrapassa os cinco euros", explica.


Já na GNR, há militares a trabalhar 27 horas seguida a troco de uma ajuda de custo semelhante. Ambos os dirigentes questionam como será se a greve se prolongar.

Em Quarteira não apareceu ninguém para trabalhar 
Segundo o Governo, "os únicos casos de incumprimento dos serviços mínimos" prendem-se com os aeroportos de Lisboa e Faro".

O ministro Matos Fernandes disse que nenhum trabalhador se apresentou ao serviço em Quarteira, pelo que foram mobilizadas seis equipas da GNR.

Para Lisboa, foram utilizadas 18 equipas do Exército e das forças da segurança.
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