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Correio da Manhã

Sociedade
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Exames nacionais vão ser mais iguais à matéria das aulas

Instituto de Avaliação Educativa garante provas mais adequadas ao que é ensinado.
Bernardo Esteves 16 de Junho de 2019 às 10:46
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais têm início esta segunda-feira para quase 160 mil alunos
Exames nacionais
O novo presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Luís Pereira dos Santos, garantiu que este ano os exames nacionais serão mais adequados ao que é ensinado na escola.

À frente do instituto que elabora os exames desde fevereiro, o dirigente diz que o processo de adequação à matéria dada foi iniciado pelo IAVE "há 2/3 anos" e envolve "alterações cirúrgicas em alguns exames, de forma a que estejam mais ligados ao currículo, que é o que os professores ensinam e os alunos deveriam aprender".


"O que queremos é, primeiro, que os alunos se sintam confortáveis quando olharem para o teste e poderem dizer ‘foi isto que eu fiz nas minhas aulas’ e que os professores se sintam confortáveis, dizendo que foi ‘isto que eu desenvolvi nas minhas aulas’. Este é o nosso grande objetivo", afirmou, em entrevista à Rádio Renascença, frisando que o objetivo é que os exames tenham impacto positivo nas práticas pedagógicas.

O responsável avisa também que decorar a matéria não é suficiente. "O que temos feito nos exames nos últimos anos é criar itens que obriguem a pensar, que obriguem a fazer inferências, a analisar documentos, textos, suportes e, portanto, não basta decorar, não é esse o objetivo", afirma.

A primeira fase dos exames nacionais do Secundário arranca amanhã com a prova de Filosofia.

Nogueira critica ausência de Marcelo
Mário Nogueira não teve adversário e foi este sábado eleito para aquele que garantiu ser o último mandato à frente da Fenprof, tendo conseguido 97% dos votos. No discurso final do congresso, Nogueira criticou a ausência do Presidente da República. "Tivemos no nosso congresso Ramalho Eanes, Jorge Sampaio e Mário Soares, não tivemos Cavaco Silva nem Marcelo Rebelo de Sousa", disse, acusando: "Não é Presidente de todos os portugueses."

Alexandra Leitão quer fim dos TPC
A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, defendeu o fim dos trabalhos de casa, considerando que os alunos não podem ser "sobrecarregados com trabalho fora da sala de aula". Alexandra Leitão é apontada como provável futura ministra da Educação.

PORMENORES
Assobios para deputada
A deputada do PS Susana Amador foi alvo de alguns assobios dos professores presentes no congresso da Fenprof. Mário Nogueira pediu-lhe desculpa, mas frisou ser fruto da revolta pela não recuperação integral do tempo de serviço.

PS sem maioria absoluta
O secretário-geral da Fenprof Mário Nogueira defendeu que o facto de o PS não ter tido maioria absoluta foi decisivo para alguns dos ganhos conseguidos durante esta legislatura, nomeadamente o descongelamento das carreiras.
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